Compliance e Infraestrutura
Documentação de Continuidade de Negócios e Segurança
- Política de RTO/RPO
- Definição de Separação de Dados Multi-tenant
- Acordo de Nível de Serviço (SLA)
- Política de controle de acesso
- Política de Segurança da Informação e da Prestação de Serviços
- Gestão e Histórico de Releases
- Plano de Recuperação de Desastres (Disaster Recovery Plan)
- Declaração de Governança de Fornecedores
- Certificações e relatórios independentes
- Declaração Técnica de Infraestrutura AWS
- Comunicado Técnico e Guia de Liberação de Firewall / Whitelist
- Política e Procedimento de Expurgo e Eliminação de Dados (DATA PURGE POLICY)
Política de RTO/RPO
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Código do Documento: POL-RTO-RPO-001 |
Versão: 1.0 |
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Data de Aprovação: Janeiro de 2026 |
Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes |
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Área Gestora: Segurança da Informação / TI |
Aplica-se a: Todos os Serviços, Bancos de Dados e Aplicações |
1. Resumo da Infraestrutura
A plataforma SISMETRO utiliza atualmente o motor de banco de dados MySQL 8.4 hospedado na Amazon Web Services (AWS) na região São Paulo (sa-east-1).
A arquitetura foi desenhada para garantir que os dados estejam sempre disponíveis e protegidos contra falhas de hardware ou desastres geográficos.
2. Objetivos de Recuperação (Métricas Principais)
| Métrica | Objetivo | Descrição |
| RTO (Tempo de Recuperação) |
1 Hora | Tempo máximo para o sistema voltar a operar após uma falha crítica na instância principal. |
| RPO (Ponto de Recuperação) |
Próximo a Zero | Quantidade máxima de dados que podem ser perdidos. Graças à replicação síncrona, a perda é virtualmente nula. |
3. Estratégias de Resiliência Aplicadas
A. Alta Disponibilidade (Multi-AZ)
Diferente de servidores convencionais, o nosso banco de dados opera em modo Multi-AZ (Multi-Availability Zones).
-
Replicação Síncrona: Cada dado gravado no banco principal (sa-east-1a) é replicado instantaneamente para uma instância de reserva (standby) em uma zona isolada (sa-east-1c).
-
Failover Automático: Se a zona principal sofrer uma interrupção, o AWS RDS detecta a falha e redireciona todo o tráfego para a reserva automaticamente em cerca de 60 segundos, sem necessidade de intervenção manual ou alteração de configurações pelos usuários.
B. Política de Backup e Retenção
Utilizamos o AWS Backup para garantir camadas extras de proteção:
-
Snapshots Diários e Horários: Mantemos um histórico rigoroso de snapshots (capturas de estado) criados automaticamente a cada hora.
-
Point-in-Time Recovery (PITR): Podemos restaurar o banco de dados para qualquer segundo específico dos últimos 7 dias. Isso protege o cliente não apenas contra falhas técnicas, mas também contra erros humanos (como exclusões acidentais de dados).
C. Performance e Segurança
Armazenamento gp3: Utilizamos volumes SSD de última geração com IOPS provisionados, garantindo que a recuperação e o processamento de dados ocorram na velocidade máxima permitida pela tecnologia atual.
Criptografia: Todos os dados, tanto em repouso quanto nos backups, são criptografados usando chaves AES-256 (AWS KMS).
Definição de Separação de Dados Multi-tenant
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Código do Documento: DEF-SEP-MUL-TEN-001 |
Versão: 1.0 |
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Data de Aprovação: Janeiro de 2026 |
Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes |
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Área Gestora: Segurança da Informação / TI |
Aplica-se a: Todos os Serviços, Bancos de Dados e Aplicações |
A arquitetura de isolamento por chaves de identificação (também conhecida como Logical Multi-tenancy ou Row-Level Isolation) é uma estratégia robusta e eficiente para sistemas SaaS que utilizam uma base de dados compartilhada.
1. O Conceito de Isolamento Lógico
Diferente de modelos onde cada cliente tem seu próprio banco de dados (o que elevaria drasticamente o custo de infraestrutura no AWS RDS), o SISMETRO utiliza um Banco de Dados Consolidado.
-
A Chave de Identificação: Cada tabela que contém dados sensíveis ou de clientes possui uma coluna identificadora (tenant_id).
-
Filtro em Camada de Aplicação: O isolamento ocorre no nível do código (Aplicação). Toda e qualquer consulta ao banco de dados é automaticamente "carimbada" com o ID do cliente logado (tenant_id), garantindo que um Cliente A jamais visualize registros do Cliente B, mesmo estando na mesma tabela física.
2. Vantagens Estratégicas para o Cliente
Ao descrever isso para um fornecedor ou auditoria, os pontos de destaque são:
-
Segurança de Dados: O isolamento é garantido por políticas globais no código, o que minimiza o erro humano de esquecer um filtro em uma consulta específica.
-
Performance Consistente: Utilizando de instâncias potentes, replicadas e armazenamento extensível, o ganho de escala beneficia todos os clientes. O banco de dados consegue gerenciar índices globais de forma muito mais performática do que centenas de pequenos bancos separados.
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Agilidade em Atualizações: Quando é atualizada a estrutura do banco (migrações), todos os clientes recebem as melhorias de segurança e performance simultaneamente.
3. RELATÓRIO TÉCNICO AWS
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Documento Técnico de Isolamento de Dados entre Clientes/Tenants
Região: São Paulo — sa-east-1 Data de emissão: 02 de setembro de 2026 Gerado via: Amazon Q Developer — Console AWS 1. Visão Geral da Arquitetura de Banco de DadosO banco de dados principal do Sismetro é gerenciado pelo serviço Amazon RDS (Relational Database Service), utilizando o engine MySQL 8.4.10, hospedado exclusivamente na região São Paulo (sa-east-1) da Amazon Web Services. Atributo Valor
Instância Principal sismetro Instância de Leitura sismetro-read Alta Disponibilidade Multi-AZ (sa-east-1a / sa-east-1c) Região sa-east-1 (São Paulo, Brasil)
2. Modelo de Isolamento entre TenantsO Sismetro adota o modelo de banco de dados compartilhado com isolamento lógico por schema/tenant, onde todos os clientes residem na mesma instância RDS, porém com separação lógica garantida pela aplicação. 2.1 Isolamento Lógico — Nível de AplicaçãoCada cliente/tenant possui um identificador único na camada de aplicação As queries são sempre filtradas pelo tenant_id, garantindo que um cliente nunca acesse dados de outro A camada de aplicação (ECS/Fargate) é responsável por aplicar o escopo correto em todas as operações de leitura e escrita 2.2 Isolamento de Rede — Nível de Infraestrutura AWSO banco de dados opera dentro de uma VPC (Virtual Private Cloud) dedicada, com as seguintes camadas de proteção de rede: 2.3 Isolamento de Acesso — Credenciais e AutenticaçãoO acesso ao banco de dados é realizado exclusivamente pelos serviços internos da plataforma (ECS/Fargate) Cada serviço de aplicação utiliza credenciais próprias e controladas Proteção contra exclusão acidental: Deletion Protection habilitado 3. Proteção e Segurança dos Dados3.1 CriptografiaMecanismo Status Criptografia em repouso (at rest) ✅ Habilitada — AWS KMS Criptografia em trânsito (in transit) ✅ TLS — Certificado rds-ca- (válido até 07/2027) 3.2 Backup e RecuperaçãoAtributo Configuração
3.3 Monitoramento e AuditoriaRecurso Configuração
4. Alta Disponibilidade e ResiliênciaAuto Minor Version Upgrade Habilitado — patches de segurança aplicados automaticamente 5. Responsabilidade Compartilhada AWSO modelo de segurança do Sismetro segue o Modelo de Responsabilidade Compartilhada da AWS: Responsabilidade Parte
Referência: Modelo de Responsabilidade Compartilhada AWS 📌 Nota de autenticidade: Este documento foi gerado automaticamente pelo Amazon Q Developer com leitura direta da conta AWS Sismetro ( sa-east-1 ), em 02/09/2026, refletindo o estado real da infraestrutura no momento da consulta. Os dados são provenientes das APIs oficiais da AWS e podem ser verificados no Console RDS. |
Acordo de Nível de Serviço (SLA)
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Código do Documento: DEF-SLA-001 |
Versão: 1.0 |
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Data de Aprovação: Janeiro de 2026 |
Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes |
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Área Gestora: Segurança da Informação / TI |
Aplica-se a: Plataforma SISMETRO (APIs, Web e Arquitetura AWS) |
1. Visão Geral e Objetivos
Este documento define os níveis formais de serviço, disponibilidade, metas de recuperação e responsabilidades de suporte técnico para a infraestrutura e ecossistema de software da plataforma SISMETRO.
O objetivo é garantir a continuidade do negócio, prever mitigação de riscos operacionais e estabelecer clareza sobre métricas chave de disponibilidade (Uptime), Tempo de Recuperação (RTO) e Ponto de Recuperação (RPO).
2. Métricas Globais de Disponibilidade (Uptime)
A infraestrutura core do SISMETRO opera em alta disponibilidade na nuvem Amazon Web Services (AWS). O SLA global de disponibilidade da aplicação é estruturado da seguinte forma:
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Componente / Serviço |
Meta de SLA (Uptime) |
Janela de Indisponibilidade Máxima Estimada
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Infraestrutura AWS (ECS Fargate / RDS / CloudFront) |
99,9% |
~43 minutos/mês |
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Aplicações Web & APIs (Laravel / Angular) |
99,5% |
~3,6 horas/mês |
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Serviços de Terceiros e Integrações (Protheus / Provedores) |
99,0% |
~7,2 horas/mês |
Nota: Janelas de manutenção programada precedidas de aviso prévio não contabilizam como indisponibilidade não planejada.
3. Continuidades e Tolerância a Desastres (RPO e RTO)
Os procedimentos de tolerância a falhas e planos de mitigação e contingência são apoiados por snapshots automáticos e rotinas do AWS Backup e replicação de dados no MySQL / RDS.
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Métrica |
Definição |
Meta Garantida
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RPO (Recovery Point Objective) |
Quantidade máxima tolerável de perda de dados expressa em tempo. |
≤ 1 hora (Backups contínuos / Transaction logs & Snapshots) |
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RTO (Recovery Time Objective) |
Tempo máximo para restauração completa dos serviços após desastre. |
≤ 2 horas (Ambiente multi-az / Fargate auto-recovery) |
4. Classificação de Incidentes e Matriz de Resposta
Os chamados e incidentes reportados no SISMETRO são categorizados pelo seu nível de severidade e impacto no negócio:
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Nível de Severidade |
Descrição / Critério de Impacto |
Tempo de Primeira Resposta |
Tempo de Resolução / Solução Contorno
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P1 - Crítico (Urgent) |
Sistema totalmente inoperante para todos os usuários ou perda crítica de dados sem solução de contorno. |
Até 15 minutos |
Até 2 horas |
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P2 - Alto (High) |
Funcionalidade principal afetada (ex: falhas em rotas cruciais de sincronização ou ordens de serviço), com impacto significativo. |
Até 1 hora |
Até 8 horas |
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P3 - Médio (Normal) |
Problema parcial em funcionalidades secundárias ou degradação leve de performance sem paralisação. |
Até 4 horas |
Até 24 horas |
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P4 - Baixo (Low) |
Dúvidas técnicas, solicitações de melhorias, bugs estéticos ou pequenos ajustes visuais. |
Até 8 horas (dias úteis) |
A combinar conforme Sprint |
5. Procedimentos de Manutenção e Janelas Programadas
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Manutenções Preventivas / Deployments: Realizados preferencialmente fora do horário de pico comercial (22h às 05h - BRT).
-
Notificação Prévia: Comunicados com pelo menos 48 horas de antecedência aos gestores técnicos em caso de impactos previstos superior a 15 minutos.
-
Deploy Contínuo (CI/CD): Atualizações transparentes via pipeline GitHub / ECS sem downtime para correções pontuais.
6. Exclusões de Cobertura do SLA
O presente SLA não se aplica a indisponibilidades decorrentes de:
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Interrupção em provedores locais de internet do cliente ou falhas de hardware e rede local das unidades de atendimento.
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Integrações com APIs de terceiros que estejam inoperantes fora do controle do SISMETRO.
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Ações fraudulentas, mau uso deliberado do sistema ou violações de segurança originadas por credenciais comprometidas do próprio cliente.
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Eventos de Força Maior ou desastres naturais que afetem regiões inteiras de datacenters da AWS.
Política de controle de acesso
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Código do Documento: POL-CTL-ACS-001 |
Versão: 1.0 |
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Data de Aprovação: Janeiro de 2026 |
Classificação de Informação: Uso Interno |
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Área Gestora: Segurança da Informação / TI |
Aplica-se a: Todos os Colaboradores e Prestadores de Serviço |
1. OBJETIVO
Esta Política estabelece as diretrizes e padrões necessários para garantir a proteção, integridade, confidencialidade e disponibilidade dos ativos de informação da organização. Seu propósito principal é assegurar que o acesso a dados, sistemas, redes e infraestruturas seja concedido estritamente a usuários e serviços devidamente autorizados, prevenindo acessos indevidos, incidentes de segurança e vazamentos de dados.
2. ALCANCE E APLICAÇÃO
As diretrizes contidas neste documento aplicam-se obrigatoriamente a:
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Todos os colaboradores diretos, estagiários, diretores e prestadores de serviços terceirizados;
-
Todas as plataformas, sistemas corporativos, bancos de dados, redes e infraestruturas em nuvem ou locais (*on-premises*);
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Serviços e integrações automatizadas (*APIs*, *jobs*, contas de serviço).
3. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
O controle de acesso corporativo deve seguir rigorosamente os três princípios abaixo:
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Princípio |
Descrição Operacional
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|---|---|
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Menor Privilégio (Least Privilege) |
Todo usuário ou serviço receberá apenas o nível mínimo de permissões indispensável para a execução regular de suas atribuições. |
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Necessidade de Conhecer (Need-to-Know) |
A concessão de acesso a informações restritas ou sensíveis fundamenta-se na necessidade técnica ou operacional, e não no nível hierárquico do solicitante. |
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Segregação de Funções (Separation of Duties - SoD) |
Processos críticos que envolvam riscos operacionais ou financeiros devem exigir a atuação/aprovação de pessoas distintas, evitando a concentração de privilégios. |
4. DIRETRIZES DE AUTENTICAÇÃO E IDENTIDADE
4.1. Credenciais Individuais e Intransferíveis
É expressamente proibido o compartilhamento de logins, senhas, chaves de API ou quaisquer outras credenciais de acesso entre colaboradores. Toda conta deve estar associada a uma identidade individual rastreável.
4.2. Autenticação Multi-Fator (MFA)
A utilização de Autenticação Multi-Fator (MFA) é obrigatória para todos os acessos a sistemas corporativos, plataformas em nuvem, ambientes de desenvolvimento e produção, sem exceções.
4.3. Requisitos de Senhas e Chaves
-
As senhas corporativas devem atender aos requisitos mínimos de complexidade e tamanho estabelecidos pela equipe de TI;
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Chaves de acesso a ambientes de produção e APIs devem ser armazenadas em cofres de senhas corporativos e rotacionadas periodicamente.
5. GESTÃO DO CICLO DE VIDA DE ACESSOS
5.1. Concessão de Acesso
A liberação de acessos depende obrigatoriamente de solicitação formal realizada via canal oficial de TI, acompanhada da justificativa operacional e da aprovação expressa da liderança imediata e do responsável pelo recurso/sistema.
5.2. Movimentação e Desligamento
-
Mudança de Cargo/Função: A área de Recursos Humanos deve notificar a TI sobre transferências internas para que os acessos anteriores sejam revogados e novos perfis ajustados.
-
Desligamento: Em caso de encerramento do vínculo contratual, o bloqueio das contas e revogação das permissões devem ser executados imediatamente após a notificação oficial.
6. MONITORAMENTO, RASTREABILIDADE E AUDITORIA
Todos os sistemas, bancos de dados, aplicações e ativos de rede devem gerar registros de auditoria (*logs*) contendo:
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Identificação do usuário ou serviço;
-
Data e hora exata do evento (*timestamp*);
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Tipo de tentativa de acesso (sucesso ou falha);
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Ação executada ou alteração efetuada em privilégios.
7. RESPONSABILIDADES E PENALIDADES
O descumprimento das normas estabelecidas nesta Política de Controle de Acesso sujeita o infrator às sanções disciplinares previstas em contrato de trabalho e no regimento interno da empresa, além de eventuais penalidades cíveis e criminais aplicáveis nos termos da legislação vigente.
Política de Segurança da Informação e da Prestação de Serviços
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Código do Documento: PSI-SER-001 |
Versão: 1.0 |
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Data de Emissão: Janeiro de 2026 |
Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes / Fornecedores |
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Área Responsável: Governança de TI e Segurança da Informação |
Aplica-se a: Todos os Serviços, Sistemas e Colaboradores |
1. OBJETIVO
Esta Política de Segurança da Informação (PSI) visa estabelecer os requisitos, diretrizes e padrões de segurança aplicáveis à prestação de serviços, manutenção de sistemas e gestão de infraestrutura de tecnologia. O objetivo principal é garantir a proteção contra acessos não autorizados, indisponibilidade, alterações indevidas ou vazamentos de dados, assegurando a conformidade com as melhores práticas do mercado e exigências regulatórias (incluindo LGPD).
2. ALCANCE E ESCOPO
As diretrizes estipuladas nesta norma aplicam-se integralmente a:
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Todos os serviços prestados, mantidos ou operados pela organização;
-
Ambientes de produção, homologação e desenvolvimento (nuvem e on-premises);
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Bancos de dados, APIs, micros serviços, integrações e pipelines de implantação;
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Colaboradores, terceiros, fornecedores e prestadores de serviços que tenham acesso aos ambientes operacionais.
3. PILARES DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
A prestação e operação dos serviços são regidas por quatro pilares essenciais:
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Pilar |
Descrição Técnica e Operacional
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Confidencialidade |
Garantia de que os dados transacionados e armazenados no serviço estejam acessíveis exclusivamente por sistemas e pessoas formalmente autorizados. |
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Integridade |
Salvaguarda da exatidão e do estado completo das informações e sistemas, protegendo-os contra modificações não autorizadas ou acidentais. |
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Disponibilidade |
Garantia de que os serviços e dados permaneçam operacionais e acessíveis para os usuários autorizados sempre que necessário. |
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Rastreabilidade (Auditabilidade) |
Capacidade de registrar, monitorar e auditar todas as ações, acessos e alterações realizadas no ambiente do serviço. |
4. DIRETRIZES DE SEGURANÇA APLICÁVEIS AO SERVIÇO
4.1. Controle de Acesso e Gestão de Identidade
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Autenticação Forte: Obrigatoriedade do uso de Autenticação Multi-Fator (MFA) para todas as conexões administrativas e acesso aos ambientes de infraestrutura.
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Princípio do Menor Privilégio: Acesso a servidores, bancos de dados e ferramentas concedido estritamente com base na necessidade funcional (Need-to-Know).
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Contas de Serviço: Credenciais de integrações, APIs e processos automatizados devem utilizar chaves temporárias ou ser mantidas em cofres de segredos (*secret managers*) protegidos.
4.2. Segurança em Redes e Infraestrutura
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Segregação de Ambientes: Isolação lógica rigorosa entre ambientes de Desenvolvimento, Testes/Homologação e Produção.
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Proteção de Perímetro: Uso de firewalls de aplicação (WAF), restrições de redes privadas (VPC/Subnets) e proteção contra ataques de negação de serviço (DDoS).
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Criptografia: Criptografia obrigatória de dados em trânsito (HTTPS/TLS 1.2+) e de dados em repouso (*Data at Rest*) utilizando algoritmos consolidados.
4.3. Desenvolvimento Seguro e Gestão de Mudanças
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Práticas de DevSecOps: Análise estática de código (SAST) e varreduras de vulnerabilidades automatizadas durante a esteira de build e deploy.
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Gestão de Dependências: Revisão e atualização contínua de bibliotecas e pacotes para prevenir vulnerabilidades conhecidas (CVEs).
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Versionamento e Revisão de Código: Nenhuma alteração pode ir para produção sem revisão por pares (*Peer Review*) e validação dos testes automatizados.
5. CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS E BACKUP
Para assegurar a resiliência dos serviços, a infraestrutura deve seguir as diretrizes de backup e recuperação estipuladas:
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Rotina de Backups: Realização de backups diários incrementais e snapshots periódicos automatizados.
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Testes de Restauração: Execução regular de simulações de restauração para validar a integridade das cópias de segurança.
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Planos de RPO e RTO: Manutenção de metas de RPO (Objetivo de Ponto de Recuperação) e RTO (Objetivo de Tempo de Recuperação) compatíveis com o Acordo de Nível de Serviço (SLA) estabelecido.
6. GESTÃO DE INCIDENTES DE SEGURANÇA
Em caso de suspeita ou confirmação de incidente de segurança afetando o serviço:
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A equipe técnica deve conter imediatamente a ameaça, isolando os componentes afetados;
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Os registros e evidências devem ser preservados para análise forense e causa-raiz;
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Notificação formal aos gestores e partes interessadas conforme prazos legais e regimentais estabelecidos.
7. CONFORMIDADE E AUDITORIA
Esta política é revisada periodicamente para assegurar sua eficácia e adequação aos avanços tecnológicos e legais. O descumprimento destas diretrizes pode acarretar sanções contratuais e disciplinares cabíveis.
Gestão e Histórico de Releases
| Código do Documento: GES-HTR-REL-001 | Versão: 1.0 |
| Data de Emissão: Janeiro de 2026 | Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes / Auditoria |
| Área Responsável: Engenharia de Software / DevOps | Aplica-se a: Todos os Serviços e Microsserviços |
1. OBJETIVO
Esta declaração formal visa comprovar a existência e a aplicação contínua de processos padronizados de gestão de releases, controle de versão e auditoria de alterações no código-fonte dos sistemas e serviços mantidos pela organização.
2. ESTRUTURA E REPOSITÓRIO DE CÓDIGO (GITHUB)
A gestão de versões de todos os serviços da organização é centralizada no provedor GitHub, utilizando repositórios privados e seguros. O controle de mudanças e histórico de lançamentos é rastreado de forma automatizada atrelado à esteira de integração e entrega contínuas (CI/CD).
2.1. Modelo de Ramificação (Branching Strategy)
Os repositórios seguem um fluxo de trabalho estruturado, com ramificações (branches) específicas destinadas à segregação de ambientes e garantia de qualidade:
| Branch / Ramo | Ambiente Associado | Finalidade e Critérios de Aprovação |
main / master / prod |
Produção (Prod) | Código em execução operacional. Alterações entram via Pull Requests (PRs) aprovados após validação em homologação e testes. |
staging / stage |
Homologação (Stage) | Ambiente pré-produção utilizado para validação final e aprovação do time de produto/cliente. |
qa / testing |
Qualidade / Testes (QA) | Ambiente dedicado para serviços aplicáveis, onde são executados testes de regressão e garantia de qualidade antes do merge para staging. |
feature/* ou fix/* |
Desenvolvimento Local | Ramos isolados para implementação de melhorias ou correções específicas, originando Pull Requests para revisão de código. |
3. MEIOS DE REGISTRO E RASTREABILIDADE DE HISTÓRICO
O histórico completo de revisões, modificações relevantes e pacotes liberados em produção é mantido através das seguintes ferramentas nativas do GitHub:
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GitHub Releases & Tags: As versões oficiais enviadas para produção são marcadas por meio de Tags e consolidadas na aba Releases do repositório, adotando versionamento semântico (ex.:
v2.5.0). -
Commits Auditáveis: Cada commit contém autor, data, hora e mensagem descritiva da alteração realizada no sistema.
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Rastreabilidade por Pull Requests (PRs): Todo envio de código para as branches de
qa,stageeprodexige abertura de PR, vinculando a alteração à tarefa correspondente. -
GitHub Actions / CI-CD Logs: Cada alteração aprovada aciona pipelines automatizadas cujos históricos de compilação, testes e deploy permanecem salvos e auditáveis.
Plano de Recuperação de Desastres (Disaster Recovery Plan)
| Código do Documento: PLN-DST-RCV-025 | Versão: 1.0 |
| Data de Emissão: Janeiro de 2026 | Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes / Auditoria |
| Área Responsável: Infraestrutura, Cloud & DevOps | Aplica-se a: Todos os Serviços, Bancos de Dados e Aplicações |
1. OBJETIVO
Este documento estabelece a política, os procedimentos e as diretrizes técnicas de Recuperação de Desastres (Disaster Recovery) aplicáveis aos serviços prestados pela organização. Seu propósito é assegurar a restauração das operações em caso de indisponibilidades críticas, falhas catastróficas de infraestrutura, desastres naturais ou incidentes graves de segurança.
2. ESTRATÉGIA DE INFRAESTRUTURA EM NUVEM (AWS)
A arquitetura de hospedagem adota serviços gerenciados nativos da Amazon Web Services (AWS), projetada com redundância e alta disponibilidade por padrão:
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Computação (ECS / Fargate): Contêineres de aplicação implantados de forma distribuída em múltiplas Zonas de Disponibilidade (Multi-AZ), garantindo resiliência contra falhas em data centers individuais.
-
Banco de Dados (Amazon RDS / MySQL): Utilização de instâncias Multi-AZ com replicação síncrona automática para um ambiente secundário e criação de snapshots periódicos gerenciados pelo AWS Backup.
-
Entrega e Armazenamento (CloudFront & S3): Distribuição global de conteúdo estático via CDN (CloudFront) e armazenamento resiliente de objetos com replicação de dados.
3. MÉTRICAS CHAVE DE CONTINUIDADE (RPO E RTO)
O plano de recuperação fundamenta-se nas seguintes metas de nível de serviço para ambientes críticos de produção sendo as métricas e definições em documento próprio.
4. PROCEDIMENTOS DE BACKUP E RESTAURAÇÃO
4.1. Política de Backup Automatizado
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Snapshots de Banco de Dados: Capturas diárias retidas por 30 dias com habilitação de Point-in-Time Recovery (PITR), permitindo a restauração do banco de dados para qualquer segundo dentro do período de retenção.
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Infraestrutura como Código (IaC): Definições de infraestrutura, redes e contêineres mantidas em repositórios controlados no GitHub, permitindo a reconstrução automatizada do ambiente.
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Criptografia e Proteção: Todos os dados em repouso e backups são criptografados utilizando chaves gerenciadas via AWS KMS.
4.2. Fluxo de Restauração em Caso de Desastre
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Identificação e Declaração de Incidente: Detecção do evento crítico via monitoramento de disponibilidade e acionamento da equipe de DevOps.
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Isolamento da Origem: Bloqueio das entradas comprometidas ou redirecionamento de tráfego de rede via DNS/CloudFront.
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Restauração da Base de Dados: Provisionamento de uma nova instância RDS a partir da réplica limpa ou do snapshot mais recente (PITR).
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Redeployment dos Serviços: Execução das pipelines de CI/CD para subir os contêineres das aplicações no ECS Fargate apontando para a nova base.
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Validação e Testes de Fumaça: Verificação da integridade das rotas, serviços de autenticação e persistência de dados antes da liberação.
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Redirecionamento de Tráfego: Alteração dos registros de DNS para restabelecer o serviço para os usuários finais.
5. TESTES E AUDITORIA PERIÓDICA
A eficácia do Plano de Recuperação de Desastres é validada periodicamente por meio de:
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Simulação de Restauração: Testes semestrais de recuperação da base de dados e reprovisionamento de contêineres em ambiente de homologação (Stage);
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Revisão de Políticas: Atualização anual deste documento ou sempre que houver mudanças relevantes na arquitetura do sistema.
Declaração de Governança de Fornecedores
| Código do Documento: DEC-FOR-TER | Versão: 1.0 |
| Data de Emissão: Janeiro de 2026 | Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes / Auditoria |
| Área Responsável: Engenharia de Software & DevOps | Aplica-se a: Gestão de Infraestrutura e Serviços em Nuvem |
1. OBJETIVO
Este documento apresenta a declaração formal de identificação de terceiros críticos e a estratégia de validação e governança de fornecedores.
2. IDENTIFICAÇÃO DE TERCEIROS CRÍTICOS
A prestação de serviços utiliza uma estrutura de terceiros que abrange infraestrutura em nuvem, suporte técnico especializado e serviços de desenvolvimento de software terceirizado:
| Fornecedor / Terceiro | Papel / Escopo Técnico | Nível de Criticidade | Controles & Certificações de Segurança |
| AWS (Amazon Web Services) São Paulo |
Provedor global de infraestrutura em nuvem (hospedagem ECS/Fargate, bancos de dados RDS MySQL, armazenamento S3, redes e backups). | Alta | Certificações mundiais de conformidade ativa, incluindo ISO/IEC 27001, ISO 27017, ISO 27018, SOC 1/2/3, PCI-DSS e conformidade com LGPD/GDPR. |
| Nuvme (AWS Partner) | Parceiro especializado para suporte técnico consultivo, arquitetura de infraestrutura e sustentação do ambiente AWS. | Média | Acesso restrito via credenciais temporárias (IAM) sob o princípio do menor privilégio, contrato de confidencialidade (NDA) e canal oficial de chamados. |
| Desenvolvedores / Consultorias Terceirizadas de Software | Desenvolvimento, manutenção de código-fonte, correção de bugs e evolução das aplicações do ecossistema. | Média/Alta | Contratos com cláusulas estritas de confidencialidade (NDA), acessos nomeados e individuais no GitHub com MFA obrigatório, revisão de código (Code Review) antes do merge para produção e sem acesso direto a dados sensíveis de produção. |
3. VALIDAÇÃO E GOVERNANÇA DE FORNECEDORES
3.1. Validação do Provedor de Infraestrutura (AWS)
Por tratar-se de uma plataforma global de Cloud Computing amplamente consolidada, a validação da AWS fundamenta-se no Modelo de Responsabilidade Compartilhada e na revisão contínua das certificações oficiais emitidas por auditores independentes via portal AWS Artifact (Relatórios SOC 2 Type II e certificações ISO 27001).
3.2. Validação e Gestão de Riscos do Parceiro de Suporte (Nuvme)
A atuação da Nuvme como parceira de suporte de infraestrutura é validada e monitorada através da seguinte estratégia baseada em riscos:
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Credenciamento e Parceria AWS: Validação das certificações técnicas da equipe e do status oficial de AWS Partner Network (APN);
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Controle e Isolamento de Acessos: A Nuvme não possui acesso direto irrevogável ou permanente. Os acessos aos ambientes da AWS ocorrem obrigatoriamente por meio de funções IAM com MFA ativado e registros detalhados via AWS CloudTrail;
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Auditoria e Rastreabilidade: Toda alteração promovida na infraestrutura pela equipe de suporte fica registrada de forma imutável nos logs de auditoria do ambiente;
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Acordo de Nível de Serviço (SLA): Abertura de chamados e atendimento regidos por prazos de resposta vinculados aos níveis de severidade do incidente.
3.3. Validação e Gestão de Riscos de Desenvolvedores Terceirizados
A contratação e atuação dos desenvolvedores terceirizados são validadas e controladas sob rígidos critérios de governança de código e gestão de acessos:
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Validação Contratual e Jurídica: Formalização de contratos de prestação de serviços com cláusulas expressas de confidencialidade (NDA), propriedade intelectual e adequação à LGPD;
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Segregação de Ambientes e Proteção de Dados: Os desenvolvedores terceirizados atuam em ambientes de desenvolvimento/homologação;
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Controle de Versão e Aprovação de Código (Code Review): Os terceiros trabalham através de *Pull Requests* no GitHub. Nenhum código de terceiros é implantado diretamente em produção;
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Gestão de Credenciais e Rastreabilidade: Contas individuais no GitHub com exigência de Autenticação Multi-Fator (MFA). Revogação imediata dos acessos ao término do contrato/alocação.
Certificações e relatórios independentes
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Código do Documento: DEC-CRT-022 |
Versão: 1.0 |
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Data de Emissão: Janeiro de 2026 |
Classificação de Informação: Uso Interno / Clientes / Auditoria |
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Área Responsável: Governança de TI, Segurança & DevOps |
Aplica-se a: Todos os Serviços e Infraestrutura em Nuvem |
1. OBJETIVO
Esta declaração formal visa esclarecer o escopo de certificações e relatórios de auditoria independente aplicáveis ao serviço, garantindo o atendimento técnico.
2. ENQUADRAMENTO DA CONFORMIDADE (PARCIAL)
O enquadramento da conformidade do serviço é classificado formalmente como PARCIAL, fundamentado no Modelo de Responsabilidade Compartilhada em Nuvem (AWS Shared Responsibility Model). Esse modelo delimita com clareza as responsabilidades entre o provedor de infraestrutura de nuvem e a organização prestadora do serviço.
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Camada / Âmbito |
Entidade Responsável |
Status de Certificação / Auditoria |
Descrição do Escopo do Atendimento
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Segurança DA Nuvem (Infraestrutura, Data Centers, Hardware e Hipervisores) |
Amazon Web Services (AWS) |
Totalmente Certificado |
Cobertura integral por auditorias independentes mundiais e relatórios atestando a segurança física e lógica da infraestrutura base. |
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Segurança NA Nuvem (Aplicação, Código-Fonte, Regras de Negócio e Gestão de Dados) |
Organização (Desenvolvimento e Operação) |
Controles Internos Aplicados |
Segurança assegurada por meio de políticas e controles internos de governança (DevSecOps, testes automatizados, auditoria de código e gestão de acessos). |
3. CERTIFICAÇÕES VIGENTES DA INFRAESTRUTURA (AWS)
A infraestrutura de nuvem subjacente onde os serviços são hospedados e processados (AWS) possui as seguintes certificações e relatórios de conformidade independentes em vigor:
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ISO/IEC 27001:2013 / 27001:2022: Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI);
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ISO/IEC 27017:2015: Código de Prática para Controles de Segurança da Informação para Serviços em Nuvem;
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ISO/IEC 27018:2019: Código de Prática para Proteção de Dados Pessoais Identificáveis (PII) em Nuvens Públicas;
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SOC 1, SOC 2 (Type II) e SOC 3: Relatórios de auditoria independente cobrindo os critérios de Segurança, Disponibilidade, Integridade de Processamento, Confidencialidade e Privacidade;
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PCI-DSS Level 1: Padrão de Segurança de Dados do Setor de Cartões de Pagamento (camada de infraestrutura).
Nota: Cópias formais e vigentes dos certificados e relatórios SOC podem ser fornecidas ou validadas diretamente por meio do portal oficial AWS Artifact.
4. CONTROLES DE SEGURANÇA DA CAMADA DE APLICAÇÃO
Para garantir que a camada sob responsabilidade da organização permaneça alinhada às exigências da ISO 27001 e às boas práticas do mercado, adotam-se os seguintes controles de segurança complementares:
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Gestão de Alterações e Código: Versionamento em repositórios privados no GitHub com ramificações segregadas, aprovação por pares (Peer Review) e esteiras automatizadas de integração e entrega (CI/CD);
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Controle de Acessos e Identidade: Uso obrigatório de Autenticação Multi-Fator (MFA) e políticas do menor privilégio para todos os acessos administrativos;
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Continuidade e Recuperação: Plano formal de Recuperação de Desastres (DRP) com rotinas diárias de backup criptografado em repouso e em trânsito.
Declaração Técnica de Infraestrutura AWS
| Código do Documento: DEC-INF-004 | Versão: 1.0 |
| Data de Emissão: Janeiro de 2026 | Classificação de Informação: Uso Interno / Auditoria |
| Região AWS: sa-east-1 (São Paulo) | Arquitetura: Hub & Spoke Network (Centralized Ingress & Hub Database) |
1. OBJETIVO
Esta declaração técnica fornece a especificação detalhada dos componentes, serviços e arquitetura em nuvem Amazon Web Services (AWS) empregados na sustentação do ambiente operacional e de produção.
2. VISÃO GERAL DA ARQUITETURA (HUB & SPOKE NETWORK)
A infraestrutura é implementada na região de São Paulo (sa-east-1) utilizando a topologia Hub & Spoke Network. Esse modelo isola os ambientes de aplicação em VPCs independentes (Spokes de Prod, Staging e QA), conectadas via VPC Peering a uma rede central compartilhada (Hub VPC) para acesso restrito aos bancos de dados e caches.
3. CATALOGAÇÃO E FUNÇÃO DOS SERVIÇOS AWS
3.1. Camada de Borda, Entrada e Segurança (Edge & Ingress Layer)
| Serviço AWS | Componente / Domínio | Função na Arquitetura |
| Amazon Route 53 | DNS Routing Global | Roteamento seguro de DNS e resolução de nomes para os domínios do ecossistema. |
| Amazon CloudFront (CDN) + Amazon S3 |
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Hospedagem estática de Frontends SPA em S3 distribuídos via CDN CloudFront com criptografia HTTPS. |
| AWS WAF (Web Application Firewall) | Central Ingress Rules Engine | Inspeção de tráfego, proteção contra OWASP Top 10 e bloqueio de requisições maliciosas. |
| Application Load Balancer (Main ALB) | api.smtr.io | core.smtr.io | doc, status, gestao.smtr.io |
Ponto de entrada centralizado para tráfego HTTP/HTTPS com terminação TLS e roteamento para as VPCs. |
3.2. Camada de Processamento de Aplicações (Spoke VPCs)
Cada VPC possui Subnets Públicas (com IGW e NAT Gateway) e Subnets Privadas:
| Ambiente / VPC | Serviços Principais | Especificação Técnica / Instâncias |
| VPC: PROD (Produção) |
ECS Cluster (Fargate PROD) App ALB (Target Groups Router) NAT Gateway EC2 Legacy App ( |
• Tasks autorreguláveis em contêineres sem servidor (Auto-scaled Fargate Tasks). • Saída segura para internet via NAT Gateway. • Instância EC2 |
| VPC: STAGING (Homologação) |
ECS Cluster (Fargate STAGING) App ALB & NAT Gateway |
Contêineres Fargate isolados para validação pré-produção. |
| VPC: QA (Qualidade) |
ECS Cluster (Fargate QA) App ALB & NAT Gateway |
Ambiente de testes automatizados e validação contínua. |
3.3. Camada Central Compartilhada (Hub VPC - Shared Database, Cache & Legacy)
A VPC: DEFAULT (HUB) centraliza os dados operacionais e serviços de backend, conectada às Spokes via VPC Peering:
| Categoria | Instância / Recurso | Tipo / Engine | Função Técnica no Ambiente |
| Relational Databases (RDS) | sismetro (Primary DB) |
MySQL Primary (Multi-AZ) | Banco de dados principal de produção em Alta Disponibilidade com failover automático. |
sismetro-read (Read Replica) |
MySQL Read Replica (Single-AZ) | Réplica para leitura pesada, relatórios e análises (Analytics Offloading). | |
| ElastiCache | siswebsites |
Memcached (Single-AZ) | Gerenciamento de estado de sessão e dados em memória. |
siswebsites-new |
Memcached (Single-AZ) | Cache de alta performance para novos microsserviços. | |
| EC2 Computing Legacy | dokku & app |
m7i / t3 |
Hospedagem de plataforma de aplicações e serviços de backend central. |
br2 & homologa |
t3 |
Nós auxiliares e suporte a ambientes de homologação legados. |
4. SEGURANÇA E ISOLAMENTO DE REDE
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Segregação Lógica: Ambientes de Produção, Staging e QA operam em redes isoladas sem comunicação direta entre si.
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Subnets Privadas: As tarefas ECS Fargate e bancos RDS operam exclusivamente em subnets privadas, sem IPs públicos diretos.
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Controle de Tráfego: Acesso externo aos bancos de dados é bloqueado, ocorrendo apenas por canais internos protegidos via VPC Peering e inspecionados pelo WAF.
5. COMPROVAÇÂO TÉCNICA EXPEDIDA PELO AMAZON Q
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SISMETRO — Infraestrutura AWS Emitido por: Amazon Q — Conta AWS Sismetro
📋 SEÇÃO 2 — Bancos de Dados (Amazon RDS)
Total de instâncias RDS: 6
📋 SEÇÃO 4 — Serviços de Containers (Amazon ECS / AWS Fargate) Visão Geral dos Clusters
Todos os clusters operam com AWS Fargate (serverless — sem gerenciamento de servidores).
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Comunicado Técnico e Guia de Liberação de Firewall / Whitelist
| Código do Documento: COM-NET-001 | Versão: 1.0 |
| Data de Emissão: Janeiro de 2026 | Classificação de Informação: Público / Clientes |
| Área Emissora: Segurança da Informação & Infraestrutura de Rede | Destinatários: Equipes de TI, Redes e Segurança dos Clientes |
1. OBJETIVO
Este documento formal estabelece as especificações técnicas de conectividade necessárias para garantir o acesso ininterrupto, seguro e performático aos serviços do ecossistema SISMETRO. Seu objetivo é orientar os administradores de rede e segurança dos clientes na configuração de regras de liberação (Allowlist / Whitelist) em seus Firewalls, Proxies e filtros de conteúdo (como Fortinet FortiGate, Palo Alto, pfSense, Cisco, SonicWall, Sophos, entre outros).
2. DOMÍNIOS E SUBDOMÍNIOS PARA LIBERAÇÃO (FQDN)
Recomenda-se priorizar a liberação baseada em nomes de domínio (FQDN / Wildcard), uma vez que a infraestrutura opera em nuvem AWS de alta disponibilidade com balanceamento dinâmico de carga.
| Domínio / Máscara FQDN | Aplicação / Serviço | Protocolo | Portas |
*.sismetro.com |
Plataforma Legada e Serviços Legados | HTTPS / HTTP | 443 / 80 |
*.smtr.io |
Nova Plataforma, APIs REST, Aplicações Web SPA e Microsserviços | HTTPS / HTTP | 443 / 80 |
2.1. Lista Detalhada de Endereços por Ambiente
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Produção (Aplicação Web & Portal):
web.smtr.io,sismetro.com -
APIs e Integrações (Produção):
api.smtr.io,get.smtr.io -
Serviços Auxiliares e Documentação:
doc.smtr.io,status.smtr.io,exporter.smtr.io
3. ESPECIFICAÇÃO DE REDE E ENDEREÇAMENTO IP
O tráfego de borda é processado pela rede global de entrega de conteúdo (Amazon CloudFront CDN) e pelos balanceadores de carga AWS Application Load Balancers (ALB). Por esse motivo, os endereços IP de destino são dinâmicos e distribuídos mundialmente.
3.1. Lista de IPs para liberação:
18.229.2.58
52.67.75.6
54.207.91.15
Novos *.smtr.io
56.125.117.88
54.233.254.250
54.233.164.85
4. REQUISITOS TÉCNICOS E PORTAS
Certifique-se de que os seguintes requisitos técnicos estejam habilitados na rede corporativa e sejam entregues diretamente, muito importante quando existir o produto SISMETRO LISTENER rodando na infraestrutura do cliente, evitando interrupção da comunicação por reescrita do certificado SSL.
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Porta 443 (TCP): Tráfego criptografado TLS/SSL (Obrigatório).
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Porta 80 (TCP): Redirecionamento automático de HTTP para HTTPS.
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Inspeção Deep Packet / SSL Inspection: Caso a empresa utilize inspeção profunda de pacotes (SSL Interception), é necessário incluir os domínios
*.smtr.ioe*.sismetro.comna lista de exceções (Bypass) para evitar quebra de cadeias de certificados e falhas de comunicação em rotas de API.
Política e Procedimento de Expurgo e Eliminação de Dados (DATA PURGE POLICY)
Procedimento Operacional Padronizado de Offboarding de Tenants, Churn e Rescisão Contratual
| Código do Documento: POL-DAT-001 | Versão: 2.1 |
| Data de Emissão: Setembro de 2026 | Classificação de Informação: Uso Interno / Governança & LGPD |
| Área Responsável: Gestão Financeira, Engenharia de Software & DevOps | Aplica-se a: Todos os Tenants, Arquivos S3 e Bancos de Dados da Plataforma Sismetro |
1. OBJETIVO
Esta política estabelece as diretrizes formais, os requisitos de segurança e os procedimentos operacionais para o encerramento de contas, cancelamento de serviços e o expurgo definitivo e irreversível de dados operacionais e arquivos (Data Purge) de tenants (unidades) na plataforma SISMETRO, garantindo a conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e o Marco Civil da Internet.
2. CANAIS E GATILHOS DE ENCERRAMENTO
2.1. Modalidade 1: Cancelamento Voluntário (Churn)
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Solicitação Inicial: Deve ser iniciada obrigatoriamente pela conta Administrativa do cliente no caminho:
Meu Perfil→Conta→Solicitar Cancelamento da Conta. -
Tratativa Comercial e Contratual: A ação dispara um alerta automático para
financeiro@sismetro.com. A equipe de Gestão/Financeiro entra em contato com os representantes legais para análise contratual e tratativas operacionais. -
Validação por Código (1º Fator - Validade de 24 horas): Na tela administrativa dedicada, a equipe informa o ID da Unidade (Tenant ID). O sistema gera o 1º Código de Confirmação de Cancelamento, enviado ao e-mail do usuário administrativo solicitante. O código possui validade de 24 horas para inicialização do processo.
2.2. Modalidade 2: Rescisão por Inadimplência (Quebra Contratual)
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Critério Temporal: O atraso de pagamento superior a 4 meses corridos (120 dias) a contar do vencimento caracteriza descontinuidade e quebra de contrato.
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Inclusão na Fila de Expurgo: A conta entra na fila de exclusão permanente.
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Validação da Gestão: Na tela administrativa dedicada, a equipe de Gestão/Financeiro insere o Número do Contrato e o ID da Unidade (Tenant ID), gerando as mesmas etapas de validação por códigos de autorização.
3. FLUXO OPERACIONAL DE SINCRONIA E EXPURGO EM ETAPAS
[Solicitação / Inadimplência]
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[Código 1: Confirmação de Cancelamento (Expira em 24h)]
│
▼
[Validação de Sincronia / "data-sync"] ──(Obrigatório antes da pré-exclusão)
│
▼
[Pausa de Planos às 00:00h e inativação de APIs]
│
▼ (Janela obrigatória de segurança de 45 dias corridos)
▼
[Código 2: Autorização de Expurgo (Gestão/Financeiro)]
│
▼
[Código 3: Confirmação Final de Expurgo (Gestão/Diretoria)]
│
▼
[EXPURGO IRREVERSÍVEL: BANCO DE DADOS OPERACIONAL + ARQUIVOS S3]
│
▼
[RETENÇÃO DO REGISTRO DE AUDITORIA NO TENANT E LOGS ISOLADOS]
Step 1: Sincronização Final de Dados (Pre-exclusão)
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Antes da destruição dos dados, é obrigatório executar a rotina de sincronização final para o banco dedicado de exportação (
data-sync), mediante informação do Código de Autorização para Sincronia Final.
Step 2: Pausa Operacional dos Serviços
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Com o código de pré-exclusão validado, a rotina automatizada pausa a abertura de novos planos operacionais e uso de APIs a partir das 00:00 horas do dia seguinte.
Step 3: Janela de Carência e 2º Código de Expurgo
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O sistema aplica uma janela de segurança obrigatória de 45 dias corridos.
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Transcorrido o prazo, o sistema libera o campo para digitação do 2º Código de Autorização de Expurgo, fornecido pela equipe de Gestão/Financeiro.
Step 4: Confirmação Final, Destruição de Dados e Limpeza S3 (3º Código)
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A exclusão é autorizada na tela final mediante a inserção do 3º Código de Confirmação (fornecido pela diretoria/gestão) e preenchimento das informações de encerramento.
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Ação Técnica de Expurgo:
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Banco de Dados Operacional (Arquitetura Multi-Tenant): Execução de instrução de exclusão lógica/física (Delete Purge) focada estritamente nas linhas (registros) vinculadas ao
Tenant IDem todas as tabelas operacionais do banco de dados. -
Arquivos em Storage (Amazon S3): Execução da exclusão paralela e automática de todos os documentos, anexos e mídias vinculados à unidade no bucket do Amazon S3.
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4. RASTREABILIDADE (AUDIT TRAIL) E RETENÇÃO LEGAL DE LOGS
4.1. Registro Permanente de Encerramento (Audit Trail)
O cadastro mestre do Tenant ID não é destruído. Ele permanece em estado inativo e retém o histórico de autorização de expurgo (identificação dos responsáveis, datas, horas e os 3 códigos de confirmação utilizados). Caso o cliente retorne no futuro, um novo ID de Unidade será gerado.
4.2. Retenção Isolada de Logs de Acesso
Em cumprimento ao Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014, Art. 15) e às boas práticas de governança:
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Os registros e logs de acesso dos usuários à unidade são mantidos em banco/repositório isolado de auditoria sob sigilo.
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Os logs passam por uma rotina automatizada de expurgo definitivo após 5 (cinco) anos contados a partir da data de execução do expurgo operacional da unidade.
5. DECLARAÇÃO DE IRREVERSIBILIDADE
Uma vez concluído o Step 4 com a validação dos três códigos de segurança, o processo de expurgo das tabelas operacionais e arquivos no S3 é definitivo e irreversível, não sendo possível a restauração do ambiente por nenhuma das partes.